Os devaneios do caminhante solitário NO489365

Os devaneios do caminhante solitário

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Eis-me, portanto, sozinho na terra... Assim começam estes Os devaneios do caminhante solitário. Decepcionado com a forma como era tratado, Rousseau se fecha em si mesmo. O maior (e talvez o único) prazer que encontra ainda na Terra é caminhar pelos bosques e florestas ao redor de Paris, herborizando
e refletindo sobre sua solidão.
Em todos os males que nos acontecem, olhamos mais a intenção que o efeito. Uma telha que cai de um telhado pode nos ferir mais, mas não nos aflige tanto quanto uma pedra lançada propositalmente por uma mão malévola. O golpe erra o alvo algumas vezes mas a intenção nunca o erra. A dor física é a que menos se sente nos ataques da sorte e quando os infortunados não sabem a quem culpar por suas infelicidades, culpam o destino, que personificam e ao qual atribuem olhos e uma inteligência para atormentá-los propositalmente.
Numa época em que o indivíduo não era definido por sua existência própria, mas através da sociedade em que se inseria, esta investigação que Rousseau realiza de si mesmo criou uma verdadeira revolução. Este livro é a descrição filosófica, num estilo fluente e transbordante, destas caminhadas.

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Autor: Jean-Jacques RousseauAno de Edição: 2017Nº de paginas: 136
Tradutor: Fúlvia MorettoAno: 2017Peso:  0,187
Adaptação: - ISBN: 978-85-7492.378-9Comprimento: 16
Ilustrador: -

Edição: 1

Altura: 23
Idioma: PortuguêsColeção: - Espessura/Lombada: 0,5
Editor: Rosa Maria ZuccheratoVolume: -Encadernação: Brochura


Biografia do Autor:
Jean-Jacques Rousseau nasceu em Genebra, na Suíça, em 28 de junho de 1712. Foi um destacado filósofo social, teórico político e escritor. Considerado o mais radical e popular dos filósofos do grande movimento intelectual do século XVIII – o Iluminismo. Morreu em Ermenoville na França em 2 de julho de 1778. Sua obra principal, O Contrato Social, teve grande influência no chamado liberalismo político. Defensor ardoroso dos princípios de “liberdade, igualdade e fraternidade”, o lema da Revolução Francesa, é visto como o “profeta” do movimento. A mãe de Rousseau morreu durante o seu parto. O pai, um relojoeiro protestante, cuidou dele até os 10 anos de idade, quando veio a falecer. Com a morte do pai, Rousseau, foi estudar numa rígida escola protestante em Bossey onde desenvolveu grande interesse pela leitura e música. Em 1732, muda-se para Paris onde faz os primeiros contatos com a elite intelectual francesa quando descobre o Iluminismo e passa a colaborar com o movimento. Torna-se conhecido por seus trabalhos sobre política, filosofia e música. Em 1750, ganha o prêmio do concurso da Academia de Dijon, com o Discurso sobre as Ciências e as Artes.

Brochura

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