Um, nenhum e cem mil NO306504

Um, nenhum e cem mil

Ref.: NO306504 Compra Segura

Para Vitangelo Moscarda, tudo começa com uma observação de sua esposa quanto ao seu nariz. Ele é acometido de uma intensa perplexidade ao averiguar que ela, de fato, tem razão: seu nariz é mesmo ligeiramente torto para a direita. Esse comentário banal faz com que Moscarda descubra que todas as pessoas que ele conhece têm uma imagem diferente dele e que nenhuma dessas imagens corresponde àquela que ele faz de si próprio. Um Moscarda? Nenhum Moscarda? Cem mil Moscardas?
Essa perplexidade do protagonista torna o livro uma obra fundamental para quem gosta de questões de identidade, que, aqui, são apresentadas de maneira bastante filosófica, mas também divertida, por um narrador de primeira pessoa, que pensa alto.

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Autor: Luigi PirandelloAno de Edição: 2019Nº de paginas: 204
Tradutor: Francisco DeganiAno: 2019Peso: 0,287
Adaptação: - ISBN: 978-85-7492-476-2Comprimento: 16
Ilustrador: Mauricio MalletEdição: 1Altura: 23
Idioma: Português Coleção: -Espessura/Lombada: 1
Editor: Augusto RodriguesVolume: Encadernação: Brochura


Biografia do Autor:
Luigi Pirandello nasceu em junho de 1867, na ilha italiana da Sicília. Começou a escrever desde muito cedo e conta com uma vasta obra literária. Como ele dizia: “Na vida se vive ou se escreve: eu escrevo”. Escreveu sete livros de poesias, sete romances, duzentos e quarenta e quatro contos (novelas) e quarenta e quatro peças de teatro, além de ensaios e textos críticos. Entre seus romances destacam-se O falecido Mattia Pascal (Nova Alexandria, 2007) e Um, nenhum e cem mil, que sai agora, também pela Nova Alexandria. Suas novelas traçam um grande painel da natureza humana e foram reunidas em 15 volumes sob o título geral de Novelas para um ano, ainda não totalmente publicadas no Brasil. Considerado o renovador do teatro mundial com a peça Seis personagens à procura de autor, Pirandello ainda é largamente representado no mundo todo e praticamente não há temporada teatral sem pelo menos uma de suas peças em cartaz. Em seus escritos, busca retratar a vida verdadeira, a vida nua, amarga, sem as máscaras da hipocrisia e das conveniências sociais, mas sempre em tom leve e humorístico, para que o leitor ou o espectador (no teatro) se olhe refl etido num espelho e se torne melhor. Em 1934, recebeu o prêmio Nobel de Literatura pelo conjunto da obra. Morreu em Roma em dezembro de 1936. 

Brochura

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