O maravilhoso no relato de Marco Polo NO284937

O maravilhoso no relato de Marco Polo

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Viajar é uma das possibilidades que mais fascina os homens desde tempos imemoriais. A fascinação por conhecer o desconhecido motivou muitos e diversos movimentos humanos – das conquistas de Alexandre, o Grande às grandes navegações que resultaram no contato entre o Velho e o Novo Mundo. Entre as muitas personagens da história humana, não faltam aquelas lembradas pela ousadia de grandes viagens: Cristóvão Colombo, Américo Vespúcio, Vasco da Gama, Fernando de Magalhães e tantos outros. Talvez nenhuma delas, no entanto, tenha sido envolvida em tamanha aura de lenda quanto Marco Polo. Sabemos que ele existiu, mas não conhecemos detalhes nem de sua vida, nem de sua viagem. O relato que ele nos deixou, escrito no final do século XIII em colaboração com Rustichello da Pisa é evasivo no tocante aos planos de viagem do veneziano e às aventuras vividas em terras desconhecidas. No entanto, esse relato abalou profundamente o mundo europeu medieval ao revelar a realidade de um poderosíssimo império localizado além das fronteiras do mundo conhecido – o Império Mongol. É sobre tal relato que se debruça este livro, destinado àqueles que desejam conhecer um pouco mais acerca da vida, da viagem e do relato do viajante veneziano. Longe de ser definitiva, no entanto, a exploração a que o presente estudo se propõe é introdutória na medida em que
revela possíveis caminhos para estudos mais aprofundados acerca da obra conhecida por nomes tão distintos como O milhão, Livro das Maravilhas e Descrição do Mundo.

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Autor: Márcia BusanelloAno de Edição: 2012Nº de paginas: 126
Tradutor: - Ano: 2012Peso: 0,187
Adaptação: - ISBN: 978-85-7492-367-3Comprimento: 14
Ilustrador: - Edição: 1ºAltura: 21
Idioma: Português Coleção: Estudos Italianos/ Série teses e dissertaçõesEspessura/Lombada: 0,5
Editor: Francisco DeganiVolume: 1Encadernação: Brochura



Biografia do AutorO paulista Manuel Antônio Álvares de Azevedo (1831-1852) faz parte da segunda geração de poetas românticos, aquela na qual a

infl uência de Lord Byron e Alfredo de Musset se fez mais notória. Principal nome do chamado ultrarromantismo, viveu apenas vinte anos. Sua existência foi abreviada por uma tuberculose pulmonar, contraída nas férias de 1851-52, agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo. Apesar da precocidade, sua obra compreende traduções, ensaios, textos em prosa, poesias, além do drama Macário. O ponto alto de sua obra é a Lira dos vinte anos, antologia poética editada postumamente, como toda a obra de Álvares de Azevedo. É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira

de Letras.

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