Diário de Florença (O) MO9035

Diário de Florença (O)

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Um precioso registro ilustrado que traz ao leitor as impressões do poeta alemão Riner Maria Rilke sobre a cidade de Florença e as magnificas obras de arte. Chega finalmente ao público brasileiro, em edição ricamente ilustrada, a tradução de O Diário de Florença, de Rainer Maria Rilke. Escrita quando o poeta e prosador tinha apenas 22 anos, a obra foi inspirada pela musa Lou Andreas-Salomé. Trata-se de uma reflexão bela e original sobre a arte e os artistas. Encontram-se aqui as considerações de Rilke sobre os mestres do Renascimento, Botticelli, Rafael, Michelangelo, Carpaccio (cujas obras vemos reproduzidas), além de Dante Alighieri e Lorenzo dei Medici. Em meio a essas digressões estéticas, o Diário traduz a paixão do escritor por Lou, sua interlocutora ausente. As alegrias de Rilke, de par com sua frustração e angústia, percorrem todas as páginas, às vezes de modo velado, às vezes abertamente. Sincero, em alguns momentos áspero e polêmico, mas sempre lúcido e instigante, O Diário de Florença é leitura essencial para todos os que acompanham a obra de Rilke, considerado uma das principais influências na literatura alemã do século XX, e também para os que se interessam em explorar os meandros da criação artística e os mistérios do amor.

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Autor: Rainer Maria RilkeAno de Edição: 2014Nº de paginas: 144
Tradutor: Marion FleischerAno: 2002Peso: 0,305
Adaptação: - ISBN: 978-85-7492-322-2Comprimento: 14
Ilustrador: - Edição: 3ºAltura: 21
Idioma: Português Coleção: - Espessura/Lombada: 0,5
Editor: Nelson dos ReisVolume: - Encadernação: Brochura


Biografia do Autor:
Nascido em 1875, Rainer Maria Rilke é um dos escritores que mais influenciaram a moderna literatura alemã. Batizado como René (renascido), trocou o nome para Rainer após conhecer Lou Andreas-Salomé, por quem se apaixonou. Mulher culta e inteligente, amiga de Nietzsche, Tolstói e Freud, Lou era quinze anos mais velha que Rilke. Foi ela quem lhe sugeriu a viagem à Itália e também a manutenção de um diário. Quando o compôs, o poeta ainda não tinha completado 23 anos. O que temos, assim, é menos um diário no sentido tradicional do que o processo vívido, angustiado e deslumbrante da formação de um artista.

Brochura

Romance

História

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