Educação Sentimental (A) MO9013

Educação Sentimental (A)

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Com apresentação do crítico Édouard Maynial e tradução de Adolfo Casais Monteiro, o último romance de Flaubert aborda os anos que culminaram na revolução de 1848 como fundo para uma história que carrega traços autobiográficos.
A Educação sentimental, considerada por muitos - dentre os quais Kafka - o principal romance de Gustave Flaubert, tem merecido o mesmo destaque e importância de Madame Bovary. O romance teve duas versões: a primeira, escrita sob o prisma romântico e idealista, por um Flaubert aos 25 anos, e esta que ora se edita, em que observamos a ironia e o sarcasmo característicos do autor, um homem maduro que viu ruírem suas ilusões amorosas e seus ideais de juventude. O painel social dos agitados anos da Monarquia de Julho de Luís Filipe, que culminaram na revolução de 1848, é o pano de fundo do drama que reflete o temperamento romântico da juventude burguesa da época, uma juventude sempre frustrada por almejar o inacessível. E Educação Sentimental, marco do realismo literário, é, portanto, o romance da desilusão. Ao estudar o protagonista, Frédéric Moreau, o crítico Édouard Maynial, na introdução deste livro, observa: "A vida de Frédéric Moreau malogrou porque as circunstâncias exteriores são adversas ao sonho, e porque Fréderic se evade sempre, em vez de viver. Mas, Flaubert, o Flaubert de 1860, que conclusão tirou ele desta evasão falhada? 'O desprezo pelas tentações do mundo e o refúgio na arte'."

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Autor: Gustave FlaubertAno de Edição: 2015Nº de paginas: 440
Tradutor: Adolfo Casais MonteiroAno: 2007Peso: 0,418
Adaptação: - ISBN: 978-85-7492-405-2Comprimento: 16
Ilustrador: -Edição: 3ºAltura: 23
Idioma: Português brasileiroColeção: - Espessura/Lombada: 0,7
Editor/introdução: Édouard MaynialVolume: - Encadernação: Capa Dura



Biografia do Autor: Gustave Flaubert (Rouen, 12 de dezembro de 1821 – Croisset, 8 de maio de 1880 ) foi um escritor francês. Prosador importante, Flaubert marcou a literatura francesa pela profundidade de suas análises psicológicas, seu senso de realidade, sua lucidez sobre o comportamento social, e pela força de seu estilo em grandes romances, tais como Madame Bovary (1857), A Educação Sentimental (1869), Salambô (1862) e contos, tal como Trois contes (1877).

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